O ácido contido na tormenta corroia o cacto, desfalecia o jagunço na miséria da água que nunca tinha. As léguas que andava eram inversamente proporcionais a sua desgraça mortal! Era um animal... (uma bagaceira, diria) agraciado pela desolação, abandonado por sua espécie, nem Nossa Senhora via sua secura, nem lágrimas, nem os negros. Cabroera tavam a fino fio do facão querendo seu bucho. Ele só matou um miserável, e já estava no inferno. Destino perfeito. Olhava pra cima, morrendo, a um pé da cova, uma cova sem buraco. Muita terra, uma cova em que o defunto fica por cima. Jesus iria receber ele no paraíso. Uma cova rasa (tão literal). Um filho duma puta, sem pai.